O museu

  O Museu da Construção nasce da vontade de resguardar a memória do setor da construção no país e estimular o diá - logo entre este e a sociedade. Por “setor da construção” entende-se a engenharia, a arquitetura, a ciência, os trabalhadores e todas as áreas a elas adjacentes que contribuem intelectual e materialmente à sua existência, além daqueles que são por ele impactados, ou seja, a sociedade humana.

 

  A necessidade da memória se estabelece em dois sentidos simultâneos: reunir e conservar o que foi feito no passado e, ao mesmo tempo, contribuir para a narrativa histórica do futuro. O museu, portanto, serve de repositório de memórias passadas e futuras, contemplando os três tempos em sua atuação. Está nesta amplitude de tempos contemplados a possibilidade de desenvolvimento de um olhar crítico e a criação de um museu vivo.

 

  Na prática, isso significa trabalhar com materiais históricos, na sua conservação e disponibilização cultural para o púbico (textos, exposições, palestras, etc..), com materiais contemporâneos (no registro e pesquisa do cotidiano) e, ainda, com a investigação de caminhos possíveis para o futuro.

Museu vivo

  A necessidade do diálogo, como nota a epígrafe, é o que norteia a opção de, em oposição a um mero repositório de conhecimento e curiosidades, criar um museu vivo, que participe ativamente da vida democrática da nação. O MC, assim, tem como objetivo a promoção de debates, palestras e exposições que consigam trazer a atenção do público para o setor, estimulando o diálogo entre aqueles que constroem e aqueles que são afetados pela construção.

 

  Como a base material para a vida em sociedade, a construção afeta a todos, não somente como espaço, mas como modos de vida e comportamento. Trata-se de uma via de mão dupla, na qual a construção não só influencia a cultura, mas é também por ela influenciada.

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